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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Amar é...


           
            Como posso colocar um título assim? Acho que estou me arriscando muito! É, me arriscando. Pois nunca foi fácil falar de amor. Até porquê quando vivemos o amor, não sabemos discernir cores, perdemos a eloquência das palavras, esquecemos de tudo que se foi aprendido. Esquecemos até, que podemos e temos comando em nosso corpo... Tudo balança dentro da gente, e esquecemos como se respira.
            Não respeitamos a idade, e nossas brincadeiras espelham a infância. Inventamos um mundo sem pessoas pérfidas para atrapalhar. Enfrentamos qualquer coisa para vermos um sorriso (por menor que seja) em quem tanto amamos. Sonhamos acordados, e quando definitivamente acordamos, queremos dormir novamente.
            Tantas vezes saímos feridos... Doamos nosso coração e o lugar que ele fica guardado, é na lixeira da vida da outra pessoa. Choramos para que o outro possa sorrir; e sorrimos para que não caia lágrima dos olhos desse. Fingimos ser feliz para que sejamos felizes de fato. Morremos, vivemos, beijamos, abraçamos... Damos adeus!
           O amor é uma montanha-russa... Não o "amor" sentimento, digo, o amor ato! (Se é que podem me entender). O que sentimos muitas vezes cresce ou diminui, é essencial ou supérfluo, mas isso, eu não chamo de amor, chamo de paixão. Amor não é algo que pode-se medir, muitas vezes não pode-se nem sentir; amor é raro, é caro...
           Amar é aceitar, saber entender, sem por quê nem pra quê... É apoiar mesmo quando se for pouco, e lutar pelo outro. Amar talvez seja tudo isso que eu faço por você. Por que mais que sentir, amar é agir. 

sábado, 16 de julho de 2011

Sarah Rayanne






Ante a tudo que houve, tenho a complacência de dizer que hoje sou feliz.

Definir-me com palavras complicadas e de vocábulos difíceis seria talvez, o carreto a se fazer... Pois esta a quem vos fala, não é alguém de fácil entendimento, que podes decodificar numa ou duas linhas. É mais complexo do que se imagina.
Grita, entra na batalha de frente sem pestanejar, sem medo de se ferir e morrer, guerreira de muitos corações, que suprime emoções inimagináveis.
A medrosa que não deixa transparecer, que se desmancha em lágrimas sem medo de se afogar, incerta como o sol a cada manhã,
Palavra que cria frases indefinidas, num necessitar de dicionário.
Dura quanto um marshmallow, e saborosa quanto água em meio ao deserto, Oasis.
Palavra no sentido figurativo, o abstrato das cores transparentes, o pesar de uma mão ao fazer carinho, a firmeza de um murro no rosto.
Sabedoria de quem sabe pouco, e sorriso frugal de quem é feliz com o simples. Inocente na frente de mentes pérfidas, porém, capaz de esquecer qualquer inocência para se defender e defender quem ama.
Fabricada aqui no Brasil mesmo, não veio com o manual, e aqueles, os quais tentam me decodificar desistem, ou, insistem muito (esses são poucos). Mas no final, não definem uma vírgula se quer, pois uma vírgula na verdade, não é nem uma vírgula do que sou. 

E eu nem sei o que dizer...





Às vezes é difícil lidar com certas situações, temos que nos acostumar com outras...
É como se sentir excluída, uma intrusa, 
que nem sabe porque está ali naquele meio tão dois a dois.

Eu nem sei o que dizer... Ciúmes não é uma palavra que cai bem.
Pois ciúmes nada mais é que o instinto de posse que ainda não foi educado.
E o que sinto não se resume em posse, e sim, tal pessoa que me pertence, não me tratar também, como pertencente a ela.

Palavras são difíceis para explicar, quem já passou sabe do que falo.
Mas vejo os valores sendo trocados, amigos(as) falam a "verdade", é mais fácil acreditar neles do que em seu próprio namorado(a)...

Falar por trás, comparações... Tantas coisas, e muitas vezes pequenas coisas, que tanto machucam,,,
Nunca fui mestre em traduzir sentimentos em palavras, mas eu posso dizer que isso que sinto, é apenas medo, talvez, de perder.

sábado, 25 de junho de 2011

Vontades & Idades.




Descobri que vontades surgem de acordo com a idade...

Eu por exemplo, lembro que quando tinha 9 anos, queria dar meu primeiro beijo e tive meu primeiro amor...
Com 10 anos eu queria pintar meu cabelo de loiro.
Aos 11 eu queria comer uma cocada sozinha, e queria ser vista como adulta.
Com 12 era rebelde, usava all star, e necessitava colocar uns 3 furos em cara orelha, aprender a tocar bateria e pintar a unha de preto.
13 anos, eu queria namorar, fiz meus tão desejados  furos na orelha, queria um quarto só pra mim, ser  popular na escola e ter apenas amigos emos ¬¬'.
Quando fiz meus 14 eu estava namorando, e queria aprender a tocar violão, queria beber, colocar um alargador...
Aos 15 eu queria aprender a andar de moto, queria um piercing no  nariz, e uma festa!!!
16 eu queria casar, ter uma guitarra, uma coleção de all star, ter um violão bom, e pintei meu cabelo de loiro.
Com 17 eu quis curtir, ficar solteira, e não ter prioridades, coloquei meu pircing, alargador, e... Reprovei de ano pela primeira vez.
Hoje com 18 anos, toco violão, piloto moto, odeio bebidas e cigarros, meu pircing é algo normal, estou namorando, uso brincos às vezes nos meus 2º's e 3's furos, pinto a unha de preto brincando... Tenho meu quarto (perfeito), tenho vários amigos (normais), aprendi que tempo não destrói lembranças...
Hoje quero trabalhar, fazer duas faculdades, ser famosa, ter uma coleção de violões, quero passar de ano, casar, viajar pra disney, fazer uma tattoo...
Mas sei que quando estiver com meus 20, 21, 22, 23, 24 anos, meus desejos e planos serão outros...
Colocar uma tatuagem não será uma prioridade, e então, quando chegar aos 30 tudo que almejei terei alcançado! Bom, alguns sim, outros, talvez nos meus 40...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A única exceção.






O que significa ser a única exceção?

Talvez, seja o que em meio a tantas lembranças,
foi a única que permaneceu intacta.
É ser o único motivo por que eu tremo,
e fico vermelha mesmo sem te olhar nos olhos.

Porque tudo que escrevo é pra você,
porque meus sonhos estão ligados ao seu perfil, 
porque seu feromônio me capturou.

E no meio de tanta gente,
você apareceu, e permaneceu.

O único que tenho medo de dizer minhas palavras bobas,
o único que eu tenho medo de errar,
o único que eu ficaria até o fim dos tempos...

O único que nem mesmo milênios apagariam de mim,
o único que me faz chorar de saudades,
o único que em meus sonhos se torna real.

O único intocável pra mim,
o único cara que eu não consigo esquecer,
e que por mais que eu tente,
por mais que eu queira desistir...
É impossível jogar tudo para o alto.

O único motivo por  que eu escuto a mesma música várias vezes,
(http://www.youtube.com/watch?v=QUwxKWT6m7U)
e não me canso...
Pois ela diz exatamente aquilo, que você sempre sabe.

Eu falo tanto, e você nunca me responde nada,
mas acho melhor assim,
dessa forma ficarei mais feliz,
mesmo sabendo que:
Talvez, você nunca seja realmente meu.

Porém, será sempre a única exceção em minha vida.

domingo, 29 de maio de 2011

Passado ou presente?






Quando fechava meus olhos podia sentir que o encontrava,
pudia sentir que ele estava bem aqui,
ao meu lado, como num tempo atrás,
quando eu pensei nunca perdê-lo.

Naquele tempo, costumávamos correr, gritar, brincar e fingir...
Fingir o que hoje poderia ser real,
se você não fosse embora.

E hoje, corro para te encontrar,
grito no silêncio das minhas palavras,
brinco que é tudo brincadeira,
e finjo que gosto disso.

Mas eu nunca te esqueci,
e procurei em todos os lares apenas um único ser,
simples e diferente.
Busquei dentro de mim forças para não esquecer as poucas lembranças,
que se faziam presentes em meus sonhos.

Descobri que contos de fadas existem,
e que não são protagonizados apenas por vampiros,
ou estão presentes apenas em livros e filmes.

Um conto de fadas, é você amar alguém,
e mesmo sem saber se um dia irá encontrá-la novamente, rega o sentimento.

É você ter um final feliz,
não por estar ao lado dele;
mas por saber que ele será feliz,
mesmo sem estar com você.

O que fazer para ser diferente?






Desisto, acho que é só de amor que eu sei falar,
e como não tenho muita audiência mesmo,
como ninguém gosta do que escrevo,
eu desisto de falar da mesma coisa sempre...

Falar de alguém que não quis nada,
alguém que feriu um coração puro,
alguém que se foi,
alguém que se ama,
alguém, que nem sabe que é amado (a)
Tédios, músicas, que eu acho que apenas eu passo.

O que tenho que fazer para ser diferente?
Bom, não diferente em blog,
ou imagens, postagens etc...

Diferente no amor,
tocar alguém por ser alguém que ele nunca viu antes.